O que me faz saber se gosto de alguém?

Perguntinha básica.

Como sabemos se estamos gostando de alguém? Ou melhor, como sabemos se sentimos algo especial por determinada pessoa?

É difícil responder essa pergunta, mas vamos lá.

Se eu pudesse transformar o meu “gostar” em palavras, diria que é algo assim:

Eu acordo e o primeiro nome que vem no pensamento é o dele, quando abro meus e-mails fico especialmente feliz se encontro o nome dele na caixa de entrada.

O mínimo gesto de atenção e carinho fazem meu dia ser mais feliz, assim como uma atitude de indiferença me deixa com um certo vazio na alma.

Quando estamos juntos me divirto como uma criança, sinto que posso ser eu mesma o tempo inteiro, não importa o que estejamos fazendo, o simples fato de estar com ele já faz o momento especial.

Cada vez que falamos de sentimentos meu coração dispara e eu não consigo organizar minhas ideias, pareço confusa e frágil, mesmo que tente parecer racional e equilibrada.

As vezes quando ele está falando eu viajo no meu pensamento imaginando coisas bobas sobre nós dois e quando ele me toca fico nervosa, trêmula, como uma perfeita idiota.

Mesmo sabendo que ele não sente nem 10% disso tudo, ainda sim me permito gostar dele, pelo simples fato disso ser algo bom e verdadeiro.

Dividir minhas dúvidas, alegrias, medos, realizações, frustrações com ele já faz parte do cotidiano, e de noite, antes de dormir eu rezo sonhando com seu rosto.

Talvez isso passe como a chuva, talvez fique comigo por muito tempo, não há como prever o futuro, mas uma coisa deve ficar bem clara, a pergunta não era por quanto tempo isso irá durar, mas sim o que eu sinto hoje, o que me faz acreditar que gosto de alguém agora.

O gostar está no presente, pode ser que vire passado, mas certamente já é indício de uma linda amizade, pois onde mora a verdade o amor nasce, cresce e se transforma.

O que me faz saber se gosto de alguém?

“O seu sorriso desenhado no meu pensamento,

o sol do teu olhar iluminando a escuridão do meu lamento,

tua voz com minha voz que em sonho fez parar o tempo,

foi tua mão na minha mão, doce poesia que na solidão invento…”

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